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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Estudos comparativos entre Tobramicina Inalatória (TOBI) e Colistina na erradicação de Pseudomonas aeruginosa



Uma publicação online da CFNN (Cystic Fibrosis News Network) de 18 de setembro pp. apresentou uma discussão sobre novos estudos comparativos entre Tobramicina inalatória vs Colistina na erradicação da primeira infestação por Pseudomonas em pacientes com FC.  Abaixo uma tradução livre do artigo que mostoru eficácia semelhante entre a utilização dos dois produtos.  Na publicação online também foi incluídos comentários do Dr. Patrick Daigneault sobre o assunto.

Round Two: Inhaled tobramycin vs. colistimethate

Um recente estudo italiano demonstrou que a tobramicina inalatória (TOBI)+ciprofloxacina oral e colistina inalatória+ciprofloxacina oral foram comparavelmente eficazes na erradicação de uma primeira infecção de P. aeruginosa (Taccetti et al Thorax2012;. Epublished 29 de fevereiro de 2012). Erradicação foi obtida em 65,2% e 62,8% nos dois grupos de tratamento respectivamente.

Um estudo realizado na Bélgica relatou resultados similares (Proesmans et al J Cisto Fibros 2012;. Epublished 02 de julho de 2012). Um total de 58 crianças e adolescentes (idade média de 9 anos) com FC foram randomizados para ciprofloxacina e  TOBI BID 300 mg por 28 dias ou colistimetato de sódio 2 x 2MU/dia por três meses em pacientes com primeiro isolamento de P. aeruginosa.

A taxa de eliminação foi similar com o regime de tratamento de 1 mês com Tobramicina vs.  3 meses com colistimetato. Erradicação foi alcançada em 23 de 29 pacientes (79,3%) tratados com tobramicina / ciprofloxacina em comparação com 26 de 29 pacientes (89,6%) tratados com colistimetato / ciprofloxacina. Esta diferença não foi estatisticamente significativa.

Não houve diferença entre os dois grupos no índice de FVE1 ou de massa corporal em 1 ano de follow-up. Aos dois anos, a taxa de infecção crônica por P. aeruginosa foi de 10%.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Começa hoje o Teste do Pezinho para FC no Rio Grande do Sul


Abaixo reproduzo a reportagem publicada no dia de hoje no Jornal de Novo Hamburgo (NH Jornal). Essa notícia é muito importante para o diagnóstico precoce de pacientes com FC porque permite um tratamento precoce melhorando a evolução desses pacientes.

Porto Alegre  - O Teste do Pezinho, realizado na rede pública de saúde do Rio Grande do Sul, passa a incluir também, a partir desta sexta-feira, o diagnóstico da Fibrose Cística. Até agora, esse exame detectava, em recém-nascidos, as doenças Fenilcetonuria, Hipotireoidismo Congênito e Doença Falciforme (Hemoglobinopatias). Para maior segurança, o exame deve ser feito no quinto dia de vida do bebê.
A Fibrose Cística é uma doença genética que causa distúrbios nas secreções de algumas glândulas. Estimativas do Ministério da Saúde apontam um milhão e meio de portadores dessa doença no País, muitos ainda sem diagnóstico.
No RS, o Hospital Materno Infantil Presidente Vargas de Porto Alegre é o Serviço de Referência em Triagem Neonatal, local que recebe as coletas de sangue realizadas nas unidades básicas de saúde para a análise. O Teste do Pezinho foi regulamentado no Sistema Único de Saúde (SUS), há dez anos, com a criação do Programa Nacional de Triagem Neonatal, em 6 de junho de 2001.
No Estado, o exame já vinha sendo realizado gratuitamente, desde 1999, e até agora mais de um milhão de recém-nascidos já realizaram o procedimento. Em 2010, 98% dos cerca de 105 mil recém-nascidos no Estado fizeram o exame, 78% pelo SUS e 20% pela rede particular.
O Teste do Pezinho diagnostica também: 
Fenilcetonúria: doença herdada dos pais onde as crianças não conseguem desmanchar a fenilalanina, uma substância existente no sangue. Assim, esta substância se acumula no organismo, especialmente no cérebro, levando a deficiência mental. O diagnóstico e o tratamento precoce podem evitar totalmente o retardo mental.
Hipotireoidismo Congênito: causada pela ausência ou pela reduzida produção do hormônio da Tireóide. A substância é importante para o amadurecimento e funcionamento de vários órgãos, em especial o Sistema Nervoso Central. A falta do hormônio provoca retardo neuropsicomotor acompanhado de lesões neurológicas irreversíveis, além de outras alterações corporais. O diagnóstico e o tratamento precoce podem prevenir o retardo mental nas crianças que apresentam esta doença.
Doença Falciforme ( Hemoglobinopatias): prevalente na população negra, é transmitida pelos pais, em que os glóbulos vermelhos, diante de certas condições, alteram sua forma tornando-se parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. Estes glóbulos alterados grudam-se uns nos outros, dificultando a passagem do sangue nos pequenos vasos do corpo, levando ao aparecimento de dor e inchaço nas juntas, anemia, "amarelão" e infecções. O portador da doença falciforme, desde que diagnosticado precocemente e acompanhado periodicamente pela equipe de saúde, pode ter uma vida normal.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Edição da Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto sobre Fibrose Cística

A edição da Revista do Hospital Universitário Pedro Ernesto publicou uma revisão sobre Fibrose Cística enfocando principalmente a doença em adultos e alguns aspectos particulares dos pacientes do Rio de Janeiro. Os editores Dr. Agnaldo José Lopes, Dra Mônica de Cássia Firmida e Dr. Marcos César Santos Castro , são os responsáveis pelo Centro de Fibrose Cística em Adultos da Policlínica Piquet Carneiro da UERJ.

Esse centro foi reformulado sob coordenação da Prof. Cláudia Henrique da Costa - Coordenadora da Disciplina de Pneumologia e Tisiologia da Faculdade de Ciências Médicas da UERJ. Hoje atende a mais de 60 pacientes adultos, sendo o centro de referência para adultos no Rio de Janeiro. O trabalho que vem sendo realizado neste centro visa dar um atendimento multidisciplinar aos pacientes incluindo atendimento nutricional, fisioterápico, gastroenterológico entre outros.

A Revista completa pode ser baixada no site http://www.4shared.com/office/KctWm8YY/Revista_Fibrose_Cstica.htm .
Parabéns ao Grupo pelo serviço que vem sendo prestado e pela ótima publicação.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Levofloxacin Inhalation Solution (MP-376) in Patients with Cystic Fibrosis with Pseudomonas aeruginosa





Foi publicado na edição de 1o de junho da AJRCCM o resultado de um estudo multicêntrico para avaliar a melhor dosagem de Levofloxacina inalatória (MP-376 ; Aeroquin) em pacientes fibrocísticos com infecções crônicas por Pseudomonas aeruginosa. Os estudos com a Levofloxacina estão sendo desenvolvidos pelo Laboratório  Mpex Pharmaceuticals. Abaixo publico o resumo do estudo.

Justificativa: Infecções do trato respiratório inferior por Pseudomonas aeruginosa (PA) estão associadas com aumento da morbidade em pacientes com fibrose cística (FC). Diretrizes para o uso de antibióticos inalatórios no tratamento não são universalmente seguidos devido à percepção de eficácia reduzida, aumento da resistência, a intolerância às drogas e necessidade de altas concentrações dos antibióticos inalatórios atualmente em uso. Novas opções de tratamento para as infecções pulmonares da FC são necessários. 

Objetivos: Este estudo avaliou a eficácia e a segurança de uma nova formulação aerossol de levofloxacina (MP-376, Aeroquin) em uma população com FC tratada  para infecção por PA.

Métodos: Estudo randomizado com 151 pacientes com FC  e infecção crônica por PA utilizando uma de três diferentes dosagens de MP-376 (120 mg a cada dia, 240 mg a cada dia, 240 mg duas vezes ao dia) ou placebo durante 28 dias. O endpoint primário de eficácia foi a mudança na densidade de PA no escarro . Endpoints secundários incluíram alterações na função pulmonar, a necessidade de outros antimicrobianos anti-PA , as mudanças relatados pelo paciente, escores de sintomas, e monitoramento da segurança.

Medições e Principais Resultados: Todas as doses de MP-376 resultaram em densidades reduzidas de PA no escarro no dia 28, MP-376 na dosagem de  240 mg duas vezes ao dia mostrou uma diferença log 0,96 em comparação com placebo (P=0,001). Houve um aumento dose-dependente no VEF1 para MP-376, com uma diferença de 8,7% no VEF1 entre o grupo com  dosagem de 240 mg duas vezes ao dia e placebo (P=0,003). Reduções significativas (61-79%) na necessidade de outros antimicrobianos anti-PA foram observadas em todos os grupos tratados com MP-376 em comparação com o grupo placebo. MP-376 foi geralmente bem tolerado em relação ao placebo.

Conclusões: MP-376 inalatório foi bem tolerado e demonstrou eficácia clínica significativa em pacientes tratados com infecções pulmonares crônicas por PA.

Ensaio clínico registado no  www.clinicaltrials.gov (NCT00677365).

Autores: David E. Geller(Nemours Children’s Clinic, Orlando, Florida), Patrick A. Flume(Medical University of South Carolina, Charleston, South Carolina), Doris Staab(Charite-University Hospital Berlin,Berlin, Germany), Rainald Fischer(Med. Klinik Innenstadt, Munich, Germany), Jeffery S. Loutit(Mpex Pharmaceuticals, San Diego, California), and Douglas J. Conrad(University of California, San Diego, California)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Descobertas células-tronco de pulmão humanas

célula-tronco de pulmão tem um papel fundamental na regeneração do tecido e podem promover a restauração das células do pulmão danificado

Boston, MA - Pela primeira vez, pesquisadores do Hospital Brigham and Women's (BWH) identificaram células-tronco de pulmão humanas capazes de se auto-renovar e de formar e integrar múltiplas estruturas biológicas do pulmão, incluindo bronquíolos, alvéolos e vasos pulmonares. Esta pesquisa foi publicada na edição de maio de 2011 do New England Journal of Medicine.

"Este estudo descreve, pela primeira vez, uma verdadeira célula-tronco humanas de pulmão. A descoberta desta célula-tronco tem o potencial para oferecer aqueles que sofrem de doenças pulmonares crônicas uma opção de tratamento totalmente original de regeneração ou reparação de áreas danificadas do pulmão, ", disse Piero Anversa, diretor do Centro de Medicina Regenerativa do Hospital Brigham and Women's e co-autor do trabalho.

Usando amostras de tecido pulmonar cirúrgico, os pesquisadores identificaram e isolaram o células pulmonares estaminais humanas e testaram a funcionalidade das células-tronco in vitro e in vivo. Uma vez que a célula-tronco foi isolada, os investigadores demonstraram in vitro que a célula foi capaz de se dividir tanto em novas células-tronco como em células que crescem em vários tipos de tecido pulmonar. Em seguida, os pesquisadores injetaram as células-tronco em ratos com pulmões danificados. As células-tronco injetadas diferenciaram-se em novos bronquíolos, alvéolos e células dos vasos pulmonares e não só formaram novo tecido pulmonar, mas também estruturalmente integrada ao tecido pulmonar existentes nos ratos.

Os pesquisadores definem essa célula como verdadeiramente "radical", porque cumpre as três categorias necessárias para ser caracterizada como células-tronco: em primeiro lugar, a célula se renova, em segundo lugar, ele se diferencia em muitos tipos diferentes de células do pulmão, e terceiro, que é transmissível, o que significa que depois de um rato foi injetado com células-tronco e respondeu pela geração de novos tecidos, os pesquisadores foram capazes de isolar as células-tronco em camundongos tratados, e usar essa célula em um novo camundongo com os mesmos resultados.

"Estas são as etapas críticas no desenvolvimento inicial de tratamentos clínicos para aqueles com doença pulmonar para os quais não existem terapias. Mais pesquisas são necessárias, mas estamos animado sobre o impacto que esta descoberta pode ter sobre a nossa capacidade de regenerar tecidos do pulmão ou recriar novos para substituir áreas danificadas dos pulmões ", disse Joseph Loscalzo, diretor do Departamento de Medicina da BWH e co-autor.


Para mais informações sobre BWH, visite www.brighamandwomens.org.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Prevenindo Infecções associadas aos cuidados da saúde (IACS)

A Kimberly-Clark Health Care  montou uma campanha dedicada com o objetivo de proteger os pacientes de Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS): "Infecção Aqui Não" .

Dentro desta campanha foram elaboradas uma Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) .

Pela importância do assunto, principalmente para pacientes com FC, achei importante incluir algumas dessas medidas no nosso Blog. Para mais informações pode ser acessado o link http://prevencaodeinfeccoes.com/

Limpeza e higiene pessoal: :
  • Lave suas mãos. Esfregue por pelo menos 15 segundos com água morna e sabão. Use álcool-gel se você não tiver acesso a água e sabão.
  • De três a cinco dias antes de sua cirurgia, tome banhos diários com sabão contendo 4% de clorexidina, disponível em farmácias.
  • Quando já estiver no hospital: peça para a pessoa que te atender lavar as mãos antes de tocar em você – na sua presença. Exija isso tanto de médicos e enfermeiras que forem examiná-los quanto de visitantes que abracem, toquem ou ajudem você a se vestir, etc. Não tenha vergonha! Sua vida vale um segundo de constrangimento.
  • Certifique-se que a equipe médica esfregue a área da cirurgia antes do procedimento, pois bisturis e outros instrumentos cirúrgicos arrastam as bactérias da pele para a incisão.

Estética e Conforto:

  • Peça a quem estiver tossindo que use máscara ou que fique pelo menos dois metros longe de você, a fim de que você não pegue uma infecção transmitida pelo ar.
  • Embora visitas possam animar você, se familiares e amigos não estiverem se sentindo bem, peça a eles que esperem para visitá-lo quando estiverem melhor. Converse com eles por telefone enquanto se recupera.

terça-feira, 27 de abril de 2010

CF Trust Disponibiliza "Factsheet:" sobre Técnicas de Limpeza Bronquica

No site da CFTrust, Associação Inglesa de Fibrose Cística, estão disponíveis alguns materiais de apoio a Fisioterapia em FC. Dentre os materiais disponíveis para Download encontra-se um documento preparado pela Dra. S. Ammani Prasad, que estará no Brasil durante o Congresso de Fisioterapia informado no Post abaixo.
Para Download clique aqui: http://www.cftrust.org.uk/aboutcf/publications/factsheets/Airways-clearance-june07-for_web.pdf

sexta-feira, 9 de abril de 2010

CF UK Microbiology Consortium

O Consórcio de Microbiologia da FC do Rino Unido foi um projeto de pesquisa financiado por três anos, que teve como objetivo melhorar a inclusão social e econômica das crianças e jovens adultos com Fibrose Cística através da melhora da compreensão e do tratamento de "superbactérias", tais como MRSA e Burkholderia e das infecções pulmonares graves .

Reunindo cientistas e médicos com experiência reconhecida internacionalmente em doença pulmonar da FC, e com competências complementares, o Consórcio, liderado pelo Professor Govan, do Centro para Doenças Infecciosas da Universidade de Edimburgo, fez grandes avanços em nossa compreensão da microbiologia da FC. Financiado por concessões do Big Lottery Fund e da Cystic Fibrosis Trust, a pesquisa do Consórcio focado em três grandes áreas de relevância clínica para pessoas com FC:
  1. Diagnóstico rápido precoce e de infecções pulmonares para permitir uma rápida implementação de terapias com antibióticos adequados e procedimentos de controle de infecção.
  2. Pesquisa de novas abordagens derivadas a partir do conhecimento do genoma da bactéria e seu DNA. O consórcio utilizou destas novas tecnologias para identificar e caracterizar genes e agrupamentos de genes responsáveis pela virulência e transmissão dos principais patógenos CF.
  3. Caracterização dos mecanismos de resistência a agentes microbiológicos que são evidentes nos principais patógenos da FC, e desenvolvimento de novas combiunações antimicrobianas.
O Consórcio também tem a esperança de melhorar a qualidade de vida e reduzir a necessidade de segregação do paciente e do sentimento resultante do isolamento e da exclusão que estão associados com as atuais medidas para reduzir as infecções respiratórias.

Os membros do "CF UK Microbiology Consortium" publicou suas pesquisas em 21 revistas científicas, e tem mais oito estudos em revisão ou em fase de elaboração - uma importante contribuição para a investigação microbiológica na FC e na melhoria dos cuidados com os pacientes.
Embora o financiamento já tenha sido interrompido, a CF Trust espera que os avanços feitos pelo Consórcio de Microbiologia continue a auxiliar a compreensão e tratamento das infecções respiratórias FC, e permitir que as pessoas com FC, seus cuidadores e equipes combatam essas infecções com maior eficiência. 

Maiores informações podem ser visulizadas no site do "CF UK Microbiology Consortium", inclusive com os resumos das publicações realizadas pelo grupo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

TRATAMENTO DA FIBROSE CÍSTICA

O tratamento da fibrose cística evoluiu muito desde a primeira descoberta da doença na década de trinta do século passado. Hoje o paciente tem uma sobrevida mais longa com melhor qualidade de vida.

Os melhores tratamentos para a Fibrose Cística variam de paciente para paciente. Os Centros de tratamento de fibrose cística vão individualizar o tratamento de acordo com as necessidades de cada um.

Uma vez que a FC afeta os pulmões da maioria dos pacientes, uma parte importante do tratamento visa eliminar o muco dos pulmões utilizando diferentes técnicas de limpeza das vias aéreas.

Existem vários medicamentos para tratar as complicações pulmonares da FC que ajudam os pacientes a respirar melhor. Entre eles destacam-se:

· Mucolíticos;
· Antibióticos, em especialmente os desenvolvidos para uso inalatório;
· Antiinflamatórios;
· Broncodilatadores.

Outro aspecto importante é a nutrição desses pacientes. Os portadores de FC necessitam ingerir uma grande quantidade de calorias para apresentarem um desenvolvimento físico adequado e reduzirem a chance de apresentarem infecções pulmonares. Uma boa alimentação, por meio de uma dieta rica em calorias sem restrição de gorduras, é fundamental para esses pacientes. A maioria dos pacientes necessitará de reposição das enzimas pancreáticas e de vitaminas para que esse objetivo seja atingido.