Os pesquizadores J. Michael Collaco, M.D.1, Deanna M. Green, M.D. 1, Garry R. Cutting, M.D.2, Kathleen M. Naughton, C.R.N.P.2, and Peter J. Mogayzel, Jr., M.D., Ph.D.1, publicaram "on line" um artigo bem interessante sobre a o tratamento antibiótico para as exacerbações pulmonares da FC. O artigo está disponível on line na revista Am. J. Respir. Crit. Care Med., de junho 2010 . Abaixo em coloquei o Resumo da publicação.
Racional: Pacientes com Fibrosecística (FC) são sujeitos a infecções respiratórias recorrentes (exacerbações) que frequentemente requerem tratamento antibiótico intravenoso e podem resultar emperda permanente da função pulmonar. Ainda não está claro a melhor via de adminstração para o tratamento das exacerbações.
Objetivos: Determinar se a duração e/ou o local onde é administrado o antibiótico intravenoso afeta a função pulmonar.
Métodos: Os dados foram coletados retrospectivamente em 1535 sujeitos recrutados pelo estudo "US CF Twin and Sibling Study" de centros Norte-americanos de FC entre 2000-2007.
Principais Resultados: O declínio de longo prazo da FEV1 após as exacerbações foi observado independentemente se o antibiótico foi administrado no hospital (Média: -3,3 pontos percentuais, [95%CI: -3,9, -2,6], n=602 cursos de terapia) ou em casa(-3,5, [-4,5, -2,5], n=232); esse declínio não foi diferente por local de aplicação usando teste-t (p=0.69) ou regressão (p=0,91). Não houve diferenças nos intervalos entre os cursos de antibióticos observados entre aplicação hospitalar (Média: 119 dias, [IQR: 166], n=602) e casa(98, [155], n=232) (p=0,29). Pacientes com maiores quedas da FEV1 nas exacerbações tiveram pior declínio no longo prazo mesmo a função normal tendo tido recuperação inicial da mesma após o tratamento (p<0,001). Medidas da FEV1 obtidas durante o tratamento das exacerbações indicaram uma melhora no plato da FEV1após 8-10 dias de terapia.
Conclusões: Terapia antibiótica intravenosa para exacerbaçõespulmonares em pacientes com FC administradas no hospital ou em casa mostraram-se equivalentes em termos da evolução no longo prazo da FEV1 e nos intervalos entre os cursos de antibióticos. A duração ótima da terapia (7-10 dias) pode ser mais curta do que a prática corrente. Estudo prospectivos maiores são necessários para responder essas questões excenciais par ao manejo respiratório na FC.
1Eudowood Division of Pediatric Respiratory Sciences
2McKusick-Nathans Institute of Genetic Medicine
Johns Hopkins University, Baltimore, Maryland 21287 (U.S.A.)Sumário

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